
Na França acreditava-se que era afrodisíaco, tendo por isso recebido o nome de Pome d’Amour (fruto do amor). Os italianos, com a variedade de tomate amarelo, chamaram-no de Pomo D’oro, isto é, fruto de ouro.
No Brasil existem pelo menos 5 espécies principais, encontradas em mercados. Embora sejam diferentes entre si, tanto na cor como no sabor, eles apresentam características nutricionais e gastronômicas semelhantes:

Tomate-manah: grande e redondo, medianamente doce e também muito usado em saladas e molhos;
Tomate-nápolis: que tem forma de uma pequena pêra de sabor adocicado. Muito usado em massas e conservas;
Tomate-ficarazzi: é grande, carnudo, rugoso e agridoce. Muito usado em saladas.
Tomate-cereja: bem redondinho e pequeneno, de sabor agridoce e especial. Ótimo para saladas sem corte.
O tomate é rico em minerais, principalmente em potássio. A necessidade diária do adulto de potássio é superior a 60mg; um tomate médio apresenta aproximadamente 60mg e a ingestão de uma garrafa de suco de tomate, por semana, contém o potássio necessário ao organismo humano, sendo um bom para controle da pressão arterial elevada e no tratamento da retenção de líquidos.
O tomate contém também: manganês, importante na formação da estrutura óssea; magnésio, vital à atividade das enzimas; ferro, essencial para evitar anemia; fósforo, que também auxilia o corpo na utilização da vitamina E, na conversão dos alimentos em energia.

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