Por séculos, foi considerada árvore ornamental, chegando até 7 metros de altura. É nativa da Ásia tropical, talvez da Índia e mesmo da China, países onde a população não se atrevia a comer esta fruta exótica. Recebeu o nome científico de Averrhoa carambola e pertence à família das Oxilidaceae.
Somente em 1818, foi introduzida no Brasil, pelo agrônomo francês Paul Germain, que a levou ao Nordeste, mais especificamente para Pernambuco. Depois foram feitas análises químicas que comprovaram sua riqueza em minerais, vitaminas, taninos e ácido oxálico. Daí foi um passo para se espalhar por todo litoral brasileiro, sendo transformada pela indústria alimentícia em geléias, compotas, xaropes, conservas, picles, vinhos e sucos.
Não é recomendado que pessoas com insuficiência renal comam carambola, pois esta fruta possui uma toxina natural que não é filtrada pelo rim destas pessoas, ficando retida no organismo e atingindo o cérebro, podendo levar inclusive à morte. Os sintomas de intoxicação são crise de soluços, confusão mental, convulsões e coma.
A carambola possui as vitaminas A, B1, B2, B5 e C, sais minerais como o fósforo,
Na medicina alternativa, seu suco é utilizado como fonte de muitos nutrientes e é recomendado para amenizar diarreias e febres. Isso porque a fruta contém tanino, que possui propriedades hemostáticas, anti-sépticas e tonificantes.
É muito usada na gastronomia no preparo de sucos, drinks e saladas, devido ao seu sabor único e à beleza que empresta às preparações.
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