No Brasil o cajá é também chamado cajá-mirim ou taperebá. O fruto do cajazeiro é do tipo drupa, ovoide, de até 6 centímetros de comprimento. Possui coloração amarelo brilhante na casca fina e lisa. Sua polpa adocicada, suculenta e ácida é empregada na produção de sucos, néctares, sorvetes, geleias, vinhos e licores.
O extrato das folhas e ramos do cajazeiro contém taninos elágicos, compostos fenólicos responsáveis pela característica adstringente do cajá. Os taninos são antissépticos que protegem a planta, sendo capazes de exercer controle sobre bactérias gram negativas e positivas.
O cajá contém vitamina C, o que lhe confere potencial antioxidante e fortalece o sistema imunológico. A fruta possui ainda minerais como ferro, cuja absorção é favorecida pela presença da vitamina C, cálcio e potássio. O cajá não possui gorduras em sua composição e apresenta baixo valor calórico.
O cajá habitualmente é consumido com sal quando in natura, o que requer cuidados, já que o consumo excessivo de sal leva à retenção hídrica e elevação da pressão arterial. A fruta preparada com sal e azeite é servida como tira gosto e ainda entra em diversas receitas caseiras, como de geleias, mousses, bebidas e molhos agridoces.
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